Aumento de Medicamentos

27 jun
Aumento de Medicamentos
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A publicação do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 10 de março de 2017, acumulando uma taxa de 4,76% (quatro vírgula setenta e seis por cento), no período compreendido entre março de 2016 e fevereiro de 2017

Não esquecendo que no ano de 2016, os remédios tiveram um aumento de 12,5% e sofre novo reajuste agora com referencias nos preços bases dos fabricantes.

Aumento a Partir de 10 de março

Todas as novas alterações serão já estabelecidas no próximo dia 10 de março, e terá o limite usado por laboratórios e distribuidores de medicamentos para venda no mercado nacional para ser referencia. As próprias fabricantes deverão apresentar ao CMed um relatório exclusivo de comercialização dos medicamentos com os preços que pretender cobrar após a aplicação deste reajuste.

O Aumento será do valor citado no começo da matéria, de 4,76% com base de variação nos últimos meses do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) que foi calculado e divulgado pelo IBGE.

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Vendas iguais

Com a nova resolução, a categoria de remédios com menor participação de remédios genéricos, aqueles que tenham faturamento abaixo dos 15% deverão reduzir 0.25% do preço, pois não há produtividade nesta classe. Já a categoria dos remédios genéricos com maior participação deve representar 20% ou mais no faturamento, entrando então no reajuste dos 5,5%. Ainda há uma categoria intermediaria que fica no meio termo de 15% à 20% e um reajuste autorizado de 2,8%.

Aqueles que não cumprirem o reajuste, ou cederem o valor estipulado serão sujeito a multas duras. Por isso os consumidores tem que ficar atentos e manter a disposição de entrar em contado com os órgãos de defesa do consumidor no caso de preços abusivos.

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