Fluoxetina – Medicamento para depressão

28 jun
Fluoxetina – Medicamento para depressão
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Suas principais indicações são para uso em depressão, transtorno obsessivo-compulsivo e bulimia nervosa. É utilizado na forma de cloridrato de fluoxetina, como cápsulas ou em solução oral.

Fluoxetina - Medicamento para depressão

Fluoxetina – Medicamento para depressão

Fluoxetina – Medicamento para depressão

Só nos Estados Unidos, mais de 21,7 milhões de prescrições genéricas foram efectuadas em 2006, colocando-a na terceira posição entre os antidepressivos mais receitados.

Fluoxetina, também conhecido como Prozac é um remédio antidepressivo. Hoje em dia é comercializada também no Brasil e está sujeito a receita médica.

Algumas reações adversas que podem ocorrer ao usar o medicamento podem ser náuseas, diarréia, boca seca ,hiperprolactinemia. Reações maníacas ou psicóticas em indivíduos predispostos. Perda de peso. Confusão mental, idéias suicidas, discinesias, trombocitopenias, ginecomastia, mastodinia, dismenorréia, sangramento vaginal.

São reações mais comuns insônia, sonolência, ansiedade, nervosismo, fadiga, anorexia, náuseas, diarréia e tremores. Como a maioria dos serotoninérgicos, pode causar perda de libido.

1. INDICAÇÕES

Fluxene®
(cloridrato de fluoxetina) é indicado para o tratamento da depressão, associada ou não à ansiedade, da bulimia nervosa, do transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) e do transtorno disfórico pré-menstrual (TDPM), incluindo tensão pré-menstrual (TPM), irritabilidade e disforia.

A eficácia de Fluxene® (cloridrato de fluoxetina) durante o uso no longo prazo (mais de 13 semanas no tratamento do transtorno obsessivo-compulsivo e mais de 16 semanas no tratamento da bulimia nervosa) não foi sistematicamente avaliada em estudos  controlados com placebo. Portanto, o médico deve reavaliar periodicamente o uso de Fluxene® (cloridrato de fluoxetina) em tratamentos no longo prazo.

2. RESULTADOS DE EFICÁCIA

  • Depressão

Doses Diárias: a eficácia de cloridrato de fluoxetina para o tratamento de pacientes com depressão (≥ 18 anos) foi comprovada em estudos clínicos placebo-controlados de 5 e 6 semanas. O cloridrato de fluoxetina mostrou ser significantemente mais eficaz que o placebo conforme mensurado pela Escala de Depressão de Hamilton (HAM-D).

 

  • Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC)

A eficácia de cloridrato de fluoxetina para o tratamento do transtorno obsessivo compulsivo (TOC) foi demonstrada em dois grupos de estudo paralelos, multicêntricos,  de 13 semanas (Estudos 1 e 2), com pacientes adultos ambulatoriais que receberam doses fixas de cloridrato de fluoxetina de 20, 40 ou 60 mg/dia (uma vez ao dia, pela manhã) ou placebo. Os pacientes em ambos os estudos tinham TOC moderado a grave (DSM-III-R), com taxas iniciais médias na Escala Obsessiva-Compulsiva Yale-Brown (YBOCS, pontuação total) variando de 22 a 26.

  • Bulimia Nervosa
  • Transtorno Disfórico Pré-menstrual

3. CONTRAINDICAÇÕES

  • Hipersensibilidade
  • Tioridazina
  • Risco de suicídio
  • Efeitos Cardiovasculares
  • Erupções de pele
  • Convulsões
  • Hiponatremia
  • Controle Glicêmico
  • Midríase
  • Sangramento anormal
  • Carcinogênese, Mutagênese e Danos à fertilidade
  • Gravidez (Categoria C)
  • Lactantes
  • Trabalho de parto e nascimento
  • Efeitos sobre a habilidade de dirigir e operar máquinas
  • Uso geriátrico

4. REAÇÕES ADVERSAS

  • Reação muito comum -Diarreia, náusea, fadiga (incluindo astenia), dor de cabeça e insônia (incluindo despertar cedo, insônia inicial e insônia de manutenção.
  • Reação comum -palpitações, visão turva, boca seca, dispepsia, vômitos, calafrios, sensação de tremor, diminuição de peso, prolongamento do intervalo QT (QTcF ≥ 450 mseg), diminuição do apetite (incluindo anorexia), distúrbio de atenção, vertigem, disgeusia, letargia, sonolência (incluindo hipersonia e sedação), tremor, sonhos anormais (incluindo pesadelos), ansiedade, diminuição da libido (incluindo perda da libido), nervosismo, impaciência, distúrbio do sono, tensão, micções frequentes (incluindo polaciúria), distúrbios da ejaculação (incluindo falha na ejaculação, disfunção da ejaculação, ejaculação precoce, retardo na ejaculação e ejaculação retrógrada), sangramento ginecológico (incluindo hemorragia no colo uterino, disfunção do sangramento uterino, hemorragia genital, menometrorragia, menorragia, metrorragia, polimenorreia, hemorragia pós-menopausal, hemorragia uterina e hemorragia vaginal), disfunção erétil, bocejo, hiperidrose, prurido, erupção cutânea (incluindo eritema, erupção cutânea esfoliativa, erupção cutânea provocada pelo calor, erupção cutânea, erupção cutânea eritematosa, erupção cutânea folicular, erupção cutânea generalizada, erupção cutânea macular, erupção cutânea maculo-papular, erupção cutânea morbiliforme, erupção cutânea papular, erupção cutânea prurítica, erupção cutânea vesicular e erupção cutânea eritematosa no cordão umbilical), urticária e rubor (incluindo fogachos).
  • Reação incomum – midríase, disfagia, sensação de anormalidade, sensação de frio, sensação de calor, mal-estar, contusão, contração muscular, inquietação psicomotora, ataxia, distúrbios do equilíbrio, bruxismo, discinesia, mioclonia, despersonalização, humor elevado, humor eufórico, alteração do orgasmo (incluindo anorgasmia), pensamento anormal, disúria, alopecia, suor frio, tendência aumentada para contusão e hipotensão.
  • Reação rara – dor esofágica, reação anafilática, doença do soro, síndrome bucoglossal, convulsão, hipomania, mania, angioedema, equimose, reação de fotossensibilidade, vasculite e vasodilatação.

5. SUPERDOSE

os casos de superdose de Fluxene® (cloridrato de fluoxetina) isolado geralmente têm uma evolução favorável. Os sintomas de superdose incluem náusea, vômito, convulsões, disfunção cardiovascular variando desde arritmias assintomáticas (incluindo ritmo nodal e arritmias ventriculares) ou indicativo de alterações no ECG do prolongamento do QTc até parada cardíaca (incluindo muitos casos raros de Torsade de Pointes), disfunção pulmonar e sinais de alteração do sistema nervoso central (variando de excitação ao coma). Os relatos de morte por superdose de Fluxene® (cloridrato de fluoxetina) isolado têm sido extremamente raros.

 

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